3 peças imortais da ópera LES CONTES D’HOFFMANN de Offenbach – com as melhores interpretações do YouTube (Hits, Best of)
Os contos fantásticos de E.T.A. Hoffmann inspiraram Jacques Offenbach a criar uma obra que é uma das maiores óperas francesas. É inconcebível que energias criativas Offenbach tenha sido capaz de desencadear perante a sua morte. Além de três melodias mundialmente famosas, ele criou cenas únicas na sua variedade, cada uma delas individualmente trabalhada com humor e maestria.
– Domingo/Bonynge.
Olympia – um papel único
“Les oiseaux dans la charmille” é uma das peças mais singulares da literatura de ópera. A máquina de cantar Olympia está em palco durante meia hora e durante muito tempo apenas diz “oui”. Finalmente, a Olimpia desperta e começa a cantar. É, claro, uma caricatura dos cantores Grand Opéra, a cantora de coloratura só tem de ser enrolada e ela produz sons como um autómato.
A ária é virtuosística com muitas coloraturas e ao mesmo tempo a cantora tem de imitar com a sua voz o canto agitado e o movimento mecânico de dança de uma marionete, tal como a compositora a tinha habilmente configurado em tons. Este é um grande desafio para a cantora em actuação ao vivo.
Oiça Joan Sutherland, cuja garganta de rouxinol lhe valeu o título honorário de “La Stupenda”.
Les oiseaux dans la charmille – Sutherland.
The Barcarolle – a stroke of genius by Offenbach
Offenbach reciclou este famoso dueto com o acompanhamento coral da ópera “Rheinnixen”.
Barcarolle (belle nuit, o nuit d’amour); Caballé/Verrett
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